sábado, 27 de dezembro de 2008

Linda, gostosa... e fala um português, nossa que tesão!

Ontem eu estava num restaurante.
Comecei a pescar as conversas ao lado.
Não que eu tenha orgulho nisso, é que há sempre um discreto prazer em apreciar os dilemas de outras existências, mesmo que elas não lhe digam respeito. Amo os humanos por serem o que são.
Sem fugas ao tema, ok.
Havia dois rapazes entre 17 e 20 anos na mesa ao lado.
Falavam sobre mulheres.
Um, citava os nomes o outro fazia suas observações, algo muito típico até.
O que mais me chamou atenção era as considerações de um dos dois do tipo: "Fulana?" (Pausa) / O outro: "Você já viu ela escrevendo? Ela não põe o 'r' nas coisas..."
"Ciclana?" / "Burra que dói!"

E assim eles continuaram por mais alguns nomes. Tudo bem, pode ter sido ironia, ou brincadeira de garotos, mas eu não pude deixar de sair dali bem divertida pelas inesperadas observações que eu tinha acabado de fazer.
É, talvez a juventude tenha salvação.