Por volta de 1900 o Dr Duncan MacDougall, realizou um trabalho tentando descobrir o peso perdido pelo corpo humano, logo após sua morte, tentando provar que a alma era material, tangível e mensurável. Na época seus experimentos foram largamente reconhecido, e tiveram mérito científico, ficando a variação dos resultados entre 21 gramas, que ficou conhecido como o peso da alma humana.
Isso me lembra 2 coisas.
A primeira, é um filme que já assisti há algum tempo: 21 grams
Realizado no melhor estilo de edição com flashbacks e colagens fora de ordem temporal, 21G prima pela inovação no roteiro, mesclando a tensão e a curiosidade que precedem ao choque do telespectador. Seus destagues são Sean Penn, Benicio Del Toro e Naomi Watts que dão vida a três pessoas que encontram-se no caminho do destino, devido a um acidente ocasional.
A partir deste incidente, serão testados os seus limites, quer do amor e da vingança, assim como a promessa da tão desejada redenção. Para quem não gostar da linha da história, vale muito a pena pelo trabalho de edição, e como uma publbicitária meio doente por isso, eu recomendo.
Mas essa recordação me fez pensar também no peso da minha alma.
Há tanto que carrego nela que às vezes tenho medo do espelho. Às vezes trazemos na alma algumas coisas que preferíamos esconder de nós mesmos e foi assim que eu me senti o dia todo hoje.
Hoje eu passei o dia tendo que olhar pra ele, e ver nele o quando sou pequena e de alma pesada, e o quanto a dele brilha, me faz rir e me sentir leve, e o quanto eu não consigo me aproximar, e o quanto eu sou uma trouxaidiotapaixonada que eu sempre critiquei.
Em dias assim, sinto que é possível voltar a ter os tais 21 gramas. Mesmo que minha gris alma obesa não consiga lidar muito bem com dividir o seu espaço, com outra tão leve e cheia de cor.
E esse é mais um post para a família dos posts absurdamente sem sentido vomitados por uma cabeça meio insana, às vezes acho que escrever o que penso talvez não seja uma grande idéia!
Isso me lembra 2 coisas.
A primeira, é um filme que já assisti há algum tempo: 21 grams
Realizado no melhor estilo de edição com flashbacks e colagens fora de ordem temporal, 21G prima pela inovação no roteiro, mesclando a tensão e a curiosidade que precedem ao choque do telespectador. Seus destagues são Sean Penn, Benicio Del Toro e Naomi Watts que dão vida a três pessoas que encontram-se no caminho do destino, devido a um acidente ocasional.
A partir deste incidente, serão testados os seus limites, quer do amor e da vingança, assim como a promessa da tão desejada redenção. Para quem não gostar da linha da história, vale muito a pena pelo trabalho de edição, e como uma publbicitária meio doente por isso, eu recomendo.
Mas essa recordação me fez pensar também no peso da minha alma.
Há tanto que carrego nela que às vezes tenho medo do espelho. Às vezes trazemos na alma algumas coisas que preferíamos esconder de nós mesmos e foi assim que eu me senti o dia todo hoje.
Hoje eu passei o dia tendo que olhar pra ele, e ver nele o quando sou pequena e de alma pesada, e o quanto a dele brilha, me faz rir e me sentir leve, e o quanto eu não consigo me aproximar, e o quanto eu sou uma trouxaidiotapaixonada que eu sempre critiquei.
Em dias assim, sinto que é possível voltar a ter os tais 21 gramas. Mesmo que minha gris alma obesa não consiga lidar muito bem com dividir o seu espaço, com outra tão leve e cheia de cor.
E esse é mais um post para a família dos posts absurdamente sem sentido vomitados por uma cabeça meio insana, às vezes acho que escrever o que penso talvez não seja uma grande idéia!
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