Era um dia comum e chato.Era um dia qualquer.
Era um dia como qualquer outro, no qual eu narro minha vida num costante livro imaginário que se perde em meio à essa minha preguiça manual-digital de materializar o que penso.
Lembro que eu estava pensando em escrever algo sobre borboletas e o meu estômago, transformar em um desabafo a sensação mais ridícula que alguém pode sentir, mas meus dedos não se moviam no teclado.
Uma mente vazia é a oficina do orkut.
Meu cérebro começou a virar das borboletas em direção à oculta delícia que existe em maliciar a vida alheia.
OK. Explicando!
Como as pessoas tem um prazer insano em transformar a vida de alguém em um alvo de expectativa, ou pior, de um disse-me-disse que acaba criando falsos acontecimentos, uma bola de neve daquela famosa mentira contada mil vezes se tornando verdade.
Minhas idéias estão revoltadas e não querem sair, não consigo compactuar muito bem com essa delícia da fofoca velada em gracejos irônicos.
É irritante alguém encontrar você neste minuto e fazer o social, enquanto algumas horas atrás fazia de você alvo de piadinhas.
E aqui estou eu, irritada em algo que mais parece um desabafo de uma aluna da 4ª série.
Mas justamente pra isso serve o seu blog que ninguém lê.
E viva a minha privacidade quase nunca violada!
Era um dia como qualquer outro, no qual eu narro minha vida num costante livro imaginário que se perde em meio à essa minha preguiça manual-digital de materializar o que penso.
Lembro que eu estava pensando em escrever algo sobre borboletas e o meu estômago, transformar em um desabafo a sensação mais ridícula que alguém pode sentir, mas meus dedos não se moviam no teclado.
Uma mente vazia é a oficina do orkut.
Meu cérebro começou a virar das borboletas em direção à oculta delícia que existe em maliciar a vida alheia.
OK. Explicando!
Como as pessoas tem um prazer insano em transformar a vida de alguém em um alvo de expectativa, ou pior, de um disse-me-disse que acaba criando falsos acontecimentos, uma bola de neve daquela famosa mentira contada mil vezes se tornando verdade.
Minhas idéias estão revoltadas e não querem sair, não consigo compactuar muito bem com essa delícia da fofoca velada em gracejos irônicos.
É irritante alguém encontrar você neste minuto e fazer o social, enquanto algumas horas atrás fazia de você alvo de piadinhas.
E aqui estou eu, irritada em algo que mais parece um desabafo de uma aluna da 4ª série.
Mas justamente pra isso serve o seu blog que ninguém lê.
E viva a minha privacidade quase nunca violada!
Um comentário:
que e isso... eu vejo!
Postar um comentário